Romance

A Moreninha: Resumo do Primeiro Grande Romance Brasileiro de Joaquim Manuel de Macedo

Augusto jurou que jamais amaria a mesma mulher por mais de quinze dias, e apostou nisso diante dos amigos. Mas há uma ilha no Rio de Janeiro, há uma moça de olhos escuros e riso afiado, e há um anel guardado desde a infância que ele esqueceu por completo. Quinze dias podem mudar uma vida inteira.

Jonathan MachadoJonathan Machado
5 min de leitura940 palavras

Aprenda espanhol lendo esta história

Toque nas palavras destacadas para ver a tradução e a dica

A1 · Iniciante
PT

Era uma manhã preguiçosa na Corte do Rio de Janeiro, e numa república de estudantes de medicina o ar cheirava a café requentado e a discussões barulhentas. Augusto estava recostado na janela, displicente, enquanto Filipe e Fabrício o provocavam pela centésima vez. "Você é incapaz de amar de verdade", riu Fabrício. "Troca de paixão como troca de camisa." Augusto sorriu, vaidoso, e respondeu sem hesitar: "E me orgulho disso. Coração que se prende é coração tolo." A luz entrava morna pelas frestas, e nenhum dos três imaginava o quanto aquela conversa fiada decidiria o verão inteiro.

ES

Era una mañana perezosa en la Corte de Río de Janeiro, y en una casa de estudiantes de medicina el aire olía a café recalentado y a discusiones ruidosas. Augusto estaba apoyado en la ventana, despreocupado, mientras Filipe y Fabrício lo provocaban por centésima vez. "Eres incapaz de amar de ", se rió Fabrício. "Cambias de pasión como cambias de camisa." Augusto sonrió, vanidoso, y respondió sin dudar: "Y me enorgullezco de eso. Un que se ata es un ." La luz entraba tibia por las rendijas, y ninguno de los tres imaginaba cuánto aquella charla decidiría el verano entero.

PT

A brincadeira virou aposta, como toda conversa de rapaz ocioso. "Pois então provo", disse Augusto, esticando a mão para selar o trato. "Aposto que não amo a mesma mulher por mais de quinze dias. Se eu falhar, escrevo um romance contando minha própria derrota." Os amigos gargalharam e bateram palmas, e Fabrício cravou os olhos nele com malícia: "Aceito. E vou rir muito quando você cair." Augusto ergueu o queixo, certíssimo de si. Apertaram as mãos, e o destino, em silêncio, anotou tudo num caderno que nenhum deles podia ler.

ES

La broma se convirtió en una , como toda charla de un joven ocioso. "Pues entonces lo pruebo", dijo Augusto, estirando la mano para sellar el trato. "Apuesto a que no amo a la misma mujer por más de quince días. Si fallo, escribo una novela contando mi propia derrota." Los amigos se rieron y aplaudieron, y Fabrício clavó los ojos en él con malicia: "Acepto. Y me voy a reír mucho cuando caigas." Augusto levantó la barbilla, segurísimo de sí mismo. Se apretaron las manos, y el destino, en silencio, anotó todo en un cuaderno que ninguno de ellos podía leer.

PT

Poucos dias depois, os estudantes embarcaram para uma ilha encantadora da baía, onde a avó de Filipe os recebia para passar uns dias de festa. A ilha era um pedaço de paraíso: areia clara, coqueiros inclinados pelo vento, uma casa branca cercada de roseiras e o mar batendo manso lá embaixo. Augusto desceu do barco respirando aquele cheiro de sal e flores, sentindo-se rei do próprio coração. "Quinze dias", pensou, rindo por dentro. "Quinze dias e nenhuma mulher me prende." Mal sabia ele que a ilha tinha planos diferentes.

ES

Pocos días después, los estudiantes viajaron a una encantadora de la bahía, donde la abuela de Filipe los recibía para pasar unos días de fiesta. La era un pedazo de paraíso: arena clara, cocoteros inclinados por el viento, una casa blanca rodeada de rosales y el mar golpeando suave allá abajo. Augusto bajó del barco respirando aquel olor a sal y a flores, sintiéndose rey de su propio . "Quince días", pensó, riéndose por dentro. "Quince días y ninguna mujer me atrapa." No sabía que la tenía otros planes.

PT

Foi então que a viu. Carolina vinha correndo pelo jardim, descalça na grama, os cabelos escuros soltos, o riso aberto como quem nunca aprendeu a ter medo de nada. Era a irmã de Filipe, morena de pele cor de mel e olhos vivos que pareciam medir e provocar ao mesmo tempo. "Então este é o famoso Augusto, o conquistador?", disse ela, parando diante dele com as mãos na cintura. Augusto, que tinha resposta para tudo, ficou um instante sem palavra. A moreninha sorriu de canto, como quem já tinha vencido um jogo que ele nem sabia que estava jogando.

ES

Fue entonces cuando la vio. Carolina venía corriendo por el , descalza sobre la hierba, el pelo oscuro suelto, la abierta como quien nunca aprendió a tener miedo de nada. Era la hermana de Filipe, de piel color de miel y ojos vivos que parecían medir y provocar al mismo tiempo. "¿Así que este es el famoso Augusto, el conquistador?", dijo ella, parándose frente a él con las manos en la cintura. Augusto, que tenía respuesta para todo, se quedó un instante sin palabra. La morenita sonrió de lado, como quien ya había ganado un juego que él ni siquiera sabía que estaba jugando.

PT

Os dias na ilha se desenrolaram entre passeios, música ao piano e longas conversas no terraço. Carolina não era como as moças que Augusto conhecia: não baixava os olhos, não fingia timidez, rebatia cada gracejo dele com outro mais afiado. "O senhor diz que nunca se apaixona", provocou ela numa tarde, colhendo uma rosa. "Tenho pena. Deve ser triste viver com o coração trancado." Augusto quis responder com alguma frase brilhante, mas só conseguiu olhar para ela. Algo ali dentro, num lugar que ele jurava estar vazio, começava a doer de um jeito doce e desconhecido.

ES

Los días en la pasaron entre paseos, música al piano y largas charlas en la terraza. Carolina no era como las jóvenes que Augusto conocía: no bajaba los ojos, no fingía timidez, respondía a cada broma de él con otra más afilada. "Usted dice que nunca se enamora", lo provocó una tarde, cortando una rosa. "Me da pena. Debe ser triste vivir con el cerrado." Augusto quiso responder con alguna frase brillante, pero solo logró mirarla. Algo allí dentro, en un lugar que él juraba que estaba vacío, empezaba a doler de una manera dulce y desconocida.

PT

À noite, na varanda iluminada pela lua, os jovens contavam histórias. Carolina sentou-se perto de Augusto e falou baixinho, como quem confia um segredo. "Sabe, eu guardo uma promessa antiga", disse ela, os olhos perdidos no mar. "Quando era criancinha, troquei um anel com um menino e jurei que só me casaria com ele. Nunca mais o vi." Augusto riu, sem perceber o frio que lhe subiu pela espinha. "E você ainda acredita nessa bobagem de criança?" Carolina virou-se devagar e o encarou: "Acredito. Promessa de criança é a mais verdadeira de todas."

ES

Por la noche, en el balcón iluminado por la , los jóvenes contaban historias. Carolina se sentó cerca de Augusto y habló bajito, como quien confía un secreto. "¿Sabes? Guardo una antigua", dijo ella, los ojos perdidos en el mar. "Cuando era pequeñita, cambié un con un niño y juré que solo me casaría con él. Nunca más lo vi." Augusto se rió, sin notar el frío que le subió por la espalda. "¿Y todavía crees en esa tontería de niños?" Carolina se volvió despacio y lo miró: "Lo creo. La de un niño es la más era de todas."

PT

Os dias passavam e Augusto, o invencível, percebia com espanto que pensava em Carolina ao acordar e ao dormir. Procurava-a nos corredores, inventava motivos para ficar perto, ria das próprias piadas só para ver o riso dela responder. Fabrício, esperto, notou tudo e cutucou o amigo: "Quantos dias já se passaram, conquistador? Eu estou contando." Augusto empalideceu. A aposta, que parecia uma brincadeira, agora era uma ameaça pendurada sobre a única coisa que ele começava a querer de verdade. "Não é amor", mentiu para si mesmo. "É só uma menina divertida."

ES

Los días pasaban y Augusto, el invencible, notaba con asombro que pensaba en Carolina al despertar y al dormir. La buscaba por los pasillos, inventaba motivos para quedarse cerca, se reía de sus propios chistes solo para ver la de ella responder. Fabrício, listo, lo notó todo y pinchó a su amigo: "¿Cuántos días han pasado ya, conquistador? Yo los estoy contando." Augusto palideció. La , que parecía un juego, ahora era una amenaza colgada sobre lo único que él empezaba a querer de . "No es amor", se mintió a sí mismo. "Es solo una niña divertida."

PT

Mas o coração não obedece a apostas. Numa tarde de chuva, os dois ficaram sozinhos na sala, o som da água batendo nas vidraças. Carolina tocava piano, e Augusto, atrás dela, sentiu uma vontade absurda de protegê-la do mundo inteiro. "Carolina", começou ele, a voz rouca, "acho que estou ficando louco." Ela parou de tocar e não se virou. "Louco como?", perguntou baixinho. Augusto engoliu em seco. Pela primeira vez na vida, o galanteador não tinha lábia, só verdade tremendo na garganta.

ES

Pero el no obedece a las s. Una tarde de lluvia, los dos se quedaron solos en la sala, con el sonido del agua golpeando los cristales. Carolina tocaba el piano, y Augusto, detrás de ella, sintió unas ganas absurdas de protegerla del mundo entero. "Carolina", empezó él, con la voz ronca, "creo que me estoy volviendo loco." Ella dejó de tocar y no se volvió. "¿Loco cómo?", preguntó bajito. Augusto tragó saliva. Por primera vez en su vida, el galán no tenía labia, solo temblando en la garganta.

PT

Naquela mesma noite, Augusto se trancou no quarto atormentado. Amava Carolina, disso já não tinha dúvida, e o prazo dos quinze dias se aproximava como uma sentença. Se confessasse o amor, perdia a aposta e viraria motivo de chacota; se calasse, a perdia para sempre. Mas havia outra coisa que o inquietava: a história do anel, do menino, da promessa de infância. Algo naquilo mexia com lembranças enterradas. Ele tinha quase certeza de que já vivera aquela cena, num jardim distante, muitos anos atrás.

ES

Esa misma noche, Augusto se encerró en el cuarto atormentado. Amaba a Carolina, de eso ya no tenía duda, y el plazo de los quince días se acercaba como una sentencia. Si confesaba el amor, perdía la y se volvía motivo de burla; si callaba, la perdía para siempre. Pero había otra cosa que lo inquietaba: la historia del , del niño, de la de la infancia. Algo en aquello movía recuerdos enterrados. Estaba casi seguro de que ya había vivido aquella escena, en un lejano, muchos años atrás.

PT

Foi a velha avó de Filipe quem desfez o nó, sem saber. Folheando um velho álbum, ela mostrou aos jovens um retrato amarelado: duas crianças de mãos dadas num jardim antigo. "Carolina e um menininho que veraneava aqui", contou a senhora, sorrindo. "Eram inseparáveis. Antes de ele partir, trocaram anéis e juraram casamento, como fazem as criancinhas." Augusto sentiu o chão fugir. Levou a mão ao peito, onde, pendurado num cordão que nunca tirava, guardava desde menino um pequeno anel que jamais soubera de quem era.

ES

Fue la vieja abuela de Filipe quien deshizo el nudo, sin saberlo. Hojeando un viejo álbum, ella les mostró a los jóvenes un retrato amarillento: dos niños de la mano en un antiguo. "Carolina y un niñito que veraneaba aquí", contó la señora, sonriendo. "Eran inseparables. Antes de que él se fuera, cambiaron s y juraron casarse, como hacen los pequeñitos." Augusto sintió que el suelo se le iba. Se llevó la mano al pecho, donde, colgado de un cordón que nunca se quitaba, guardaba desde niño un pequeño que jamás había sabido de quién era.

PT

As peças se encaixaram com a força de um relâmpago. O menino do retrato era ele. O anel no seu pescoço era o anel de Carolina. A promessa que ela guardava no coração havia sido feita a ele, e os dois, sem saber, tinham se reencontrado depois de tantos anos, atraídos como se o destino nunca os tivesse soltado de fato. Augusto saiu para o jardim com as pernas trêmulas, segurando o anel na palma da mão suada, o coração martelando feito tambor. Precisava encontrá-la antes que a coragem o abandonasse.

ES

Las piezas encajaron con la fuerza de un relámpago. El niño del retrato era él. El en su cuello era el de Carolina. La que ella guardaba en el había sido hecha a él, y los dos, sin saberlo, se habían reencontrado después de tantos años, atraídos como si el destino nunca los hubiera soltado de . Augusto salió al con las piernas temblando, sujetando el en la palma de la mano sudada, el golpeando como un tambor. Necesitaba encontrarla antes de que el valor lo abandonara.

PT

Carolina estava sob o coqueiro, olhando o mar prateado pela lua. Augusto aproximou-se devagar e estendeu a mão aberta. "Você procurava por isto?", sussurrou. Quando ela viu o anel, levou as mãos ao rosto e os olhos se encheram de lágrimas. "Era você", murmurou, a voz quebrada. "Era você o tempo todo." Augusto, o homem que jurava nunca amar, ajoelhou-se na areia. "Fui um tolo a vida inteira", disse. "Jurei que nenhuma mulher me prenderia. Mas você me prendeu antes mesmo de eu saber o que era amar."

ES

Carolina estaba bajo el cocotero, mirando el mar plateado por la . Augusto se acercó despacio y extendió la mano abierta. "¿Buscabas esto?", susurró. Cuando ella vio el , se llevó las manos al rostro y los ojos se le llenaron de . "Eras tú", murmuró, con la voz quebrada. "Eras tú todo este tiempo." Augusto, el hombre que juraba que nunca amaría, se arrodilló en la arena. "Fui un toda la vida", dijo. "Juré que ninguna mujer me atraparía. Pero tú me atrapaste antes de que yo siquiera supiera lo que era amar."

PT

Carolina riu e chorou ao mesmo tempo, daquele jeito que só ela sabia. "E sua aposta?", provocou, enxugando o rosto. "Não eram quinze dias sem amar a mesma mulher?" Augusto gargalhou pela primeira vez sem nenhuma vaidade, só felicidade pura. "Perdi a aposta da melhor maneira possível", respondeu. "E vou pagar com gosto: vou escrever um romance inteiro contando como a moreninha mais teimosa do mundo derrubou o coração mais vaidoso do Rio de Janeiro." Ela apoiou a cabeça no ombro dele, e o mar, lá embaixo, parecia aplaudir.

ES

Carolina se rió y lloró al mismo tiempo, de esa manera que solo ella sabía. "¿Y tu ?", lo provocó, secándose el rostro. "¿No eran quince días sin amar a la misma mujer?" Augusto soltó una carcajada por primera vez sin ninguna vanidad, solo felicidad pura. "Perdí la de la mejor manera posible", respondió. "Y la voy a pagar con gusto: voy a escribir una novela entera contando cómo la morenita más terca del mundo derribó el más vanidoso de Río de Janeiro." Ella apoyó la cabeza en el hombro de él, y el mar, allá abajo, parecía aplaudir.

PT

Os amigos, claro, descobriram tudo. Fabrício queria cobrar a aposta com risadas, mas quando ouviu a história do anel e da promessa de infância, ficou sem graça e apenas abraçou Augusto. "Você perdeu", disse ele, comovido, "mas ganhou muito mais." A casa branca da ilha encheu-se de festa, de música e de brindes. A velha avó, com os olhos marejados, abençoou os dois netos do coração. E ninguém mais falou em quinze dias, porque agora o assunto era uma vida inteira.

ES

Los amigos, claro, lo descubrieron todo. Fabrício quería cobrar la entre s, pero cuando oyó la historia del y de la de la infancia, se quedó sin gracia y solo abrazó a Augusto. "Perdiste", dijo él, conmovido, "pero ganaste mucho más." La casa blanca de la se llenó de fiesta, de música y de brindis. La vieja abuela, con los ojos húmedos, bendijo a los dos nietos del . Y nadie volvió a hablar de quince días, porque ahora el tema era una vida entera.

PT

Augusto cumpriu a palavra. Escreveu seu romance, e nele contou tudo: a aposta tola, a ilha encantada, a moça de olhos escuros que rebatia cada gracejo, o anel esquecido no peito e a promessa que duas criancinhas fizeram num jardim e o tempo, teimoso, fez questão de cumprir. Não era mais a história de uma derrota, e sim de um reencontro. E sempre que relia a última página, sorria, lembrando que o coração que ele julgava trancado havia, no fim, encontrado exatamente a chave para a qual fora feito.

ES

Augusto cumplió su palabra. Escribió su novela, y en ella contó todo: la tonta, la encantada, la joven de ojos oscuros que respondía a cada broma, el olvidado en el pecho y la que dos pequeñitos hicieron en un y que el tiempo, terco, se empeñó en cumplir. Ya no era la historia de una derrota, sino de un reencuentro. Y siempre que releía la última página, sonreía, recordando que el que él creía cerrado había, al final, encontrado exactamente la llave para la cual fue hecho.

ESVocabulário da história

Sobre a obra

"A Moreninha" foi publicado em 1844 por Joaquim Manuel de Macedo e é considerado o primeiro grande romance da literatura brasileira. Macedo era médico, professor e jornalista, e escreveu a obra ainda jovem, com pouco mais de vinte anos, conquistando o público da Corte do Rio de Janeiro com sua leveza e seu charme.

O romance virou um clássico por retratar com graça e ternura os jovens, os namoros e os costumes da sociedade carioca do século 19. Em vez de tragédias pesadas, Macedo aposta no romantismo alegre: uma aposta entre amigos, um veraneio numa ilha, um reencontro guiado pelo destino.

Até hoje "A Moreninha" é leitura querida em escolas e adaptações, lembrada como uma das histórias de amor mais doces e duradouras das letras brasileiras, e como o livro que ajudou a fundar o romance nacional.

Perguntas frequentes

A Moreninha tem final feliz?

Sim. É um romance romântico leve e otimista. Augusto, que jurava nunca se apaixonar, descobre que ama Carolina de verdade e ainda revela que os dois trocaram uma promessa e um anel na infância. Eles se reencontram e tudo termina em felicidade e festa, sem tragédia.

Por que Augusto faz a aposta no começo da história?

Augusto é um galanteador vaidoso que se orgulha de nunca se prender a ninguém. Para provar que tem o coração livre, ele aposta com os amigos que não amará a mesma mulher por mais de quinze dias, prometendo escrever um romance se perder. É justamente essa aposta que torna sua queda por Carolina tão saborosa.

Quem escreveu A Moreninha e por que é importante?

Foi escrita por Joaquim Manuel de Macedo e publicada em 1844. É considerada o primeiro romance brasileiro de grande sucesso, marco do Romantismo no país, retratando com leveza os jovens e os costumes do Rio de Janeiro do século 19.