Terror

A Pata do Macaco: Resumo do Conto de W. W. Jacobs

Lá fora a tempestade castigava as janelas. Dentro, um velho sargento pousou sobre a mesa uma coisa enrugada e seca: uma pata de macaco que, segundo ele, realiza três desejos. O senhor White riu. Mas quando a noite trouxe uma batida insistente na porta trancada, ninguém mais teve vontade de rir.

Jonathan MachadoJonathan Machado
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A1 · Iniciante
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Lá fora, a noite era de água e vento. A chuva batia nas vidraças como dedos impacientes, e a estradinha que levava à casa dos White tinha virado um rio de lama. Dentro, porém, havia fogo na lareira e luz quente. O senhor White e o filho, Herbert, jogavam xadrez na mesa, enquanto a mãe tricotava perto do fogo, sorrindo do silêncio dos dois. Era uma noite comum, dessas que ninguém guarda na memória. Ainda.

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Afuera, la era de agua y viento. La golpeaba los cristales como dedos impacientes, y el caminito que llevaba a la casa de los White se había convertido en un río de barro. Dentro, en cambio, había en la chimenea y una luz cálida. El señor White y su , Herbert, jugaban al ajedrez en la mesa, mientras la madre tejía cerca del , sonriendo del de los dos. Era una común, de esas que nadie guarda en la memoria. Todavía.

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A campainha tocou de repente, e por um instante todos se entreolharam. Era o sargento Morris, velho amigo da família, de volta de anos servindo em terras distantes. Trouxe consigo o cheiro de chuva e tabaco, e histórias que prendiam a atenção. Sentou-se perto do fogo, bebeu, falou de guerras, de febres, de povos estranhos. A casa toda parecia mais quente com a sua voz grave enchendo a sala.

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El timbre sonó de repente, y por un instante todos se miraron. Era el sargento Morris, viejo amigo de la familia, de regreso tras años sirviendo en tierras lejanas. Traía consigo el olor a y a tabaco, y historias que atrapaban la atención. Se sentó cerca del , bebió, habló de guerras, de fiebres, de pueblos extraños. Toda la casa parecía más cálida con su voz grave llenando la sala.

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Foi quando o senhor White, curioso, perguntou sobre algo que o amigo havia mencionado de passagem. Uma pata de macaco. O sargento parou de falar. O rosto, antes solto, ficou sério, e por um momento só se ouviu o estalar da lenha. Ele tirou do bolso uma coisa pequena, seca e enrugada, e a colocou sobre a mesa. A senhora White recuou um pouco, com uma careta. Era, de fato, apenas a pata mumificada de um macaco.

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Fue entonces cuando el señor White, curioso, preguntó por algo que su amigo había mencionado de pasada. Una pata de mono. El sargento dejó de hablar. El rostro, antes relajado, se puso serio, y por un momento solo se oyó el crujir de la leña. Sacó del bolsillo una cosa pequeña, seca y arrugada, y la puso sobre la mesa. La señora White retrocedió un poco, con una mueca. Era, en efecto, solo la pata momificada de un mono.

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"Um velho faquir lançou um feitiço sobre ela", disse o sargento, baixinho. "Um homem santo. Ele quis provar que o destino governa a vida das pessoas, e que quem se mete com ele se arrepende." A pata, explicou, concedia três desejos a três homens diferentes. Os olhos do velho soldado brilhavam de um jeito que não combinava com a história. Herbert riu, achando graça. O pai apenas observava o pequeno objeto sobre a madeira.

ES

"Un viejo faquir lanzó un hechizo sobre ella", dijo el sargento, en voz baja. "Un hombre santo. Quiso probar que el destino gobierna la vida de las personas, y que quien se mete con él se arrepiente." La pata, explicó, concedía tres a tres hombres distintos. Los ojos del viejo soldado brillaban de un modo que no encajaba con la historia. Herbert se rió, divertido. El padre solo observaba el pequeño objeto sobre la madera.

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"E o senhor, teve seus três desejos?", perguntou Herbert, ainda sorrindo. O sargento confirmou com a cabeça, devagar, e o copo tremeu de leve na sua mão. "E o primeiro homem?", insistiu o rapaz. "Os dois primeiros desejos dele se realizaram", respondeu Morris. "O terceiro foi pela morte." O silêncio caiu sobre a sala como um pano frio. Lá fora, o vento uivou mais alto.

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"¿Y usted, tuvo sus tres ?", preguntó Herbert, todavía sonriendo. El sargento asintió con la cabeza, despacio, y el vaso tembló un poco en su . "¿Y el primer hombre?", insistió el muchacho. "Sus dos primeros se cumplieron", respondió Morris. "El tercero fue por la ." El cayó sobre la sala como una tela fría. Afuera, el viento aulló más fuerte.

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De repente, o sargento se levantou e jogou a pata no fogo. O senhor White, num impulso, esticou a mão e a tirou das chamas. "Se você não a quer", disse, "me dê." O amigo o encarou com gravidade. "Joga isso fora", pediu. "Joga, como um homem sensato faria." Mas o velho White apenas guardou a pata no bolso, sorrindo, e convidou todos para mais um copo. Pouco depois, o sargento foi embora na chuva.

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De repente, el sargento se levantó y arrojó la pata al . El señor White, en un impulso, estiró la y la sacó de las llamas. "Si usted no la quiere", dijo, "démela." El amigo lo miró con gravedad. "Tírala", le pidió. "Tírala, como haría un hombre sensato." Pero el viejo White solo guardó la pata en el bolsillo, sonriendo, e invitó a todos a otro vaso. Poco después, el sargento se marchó bajo la .

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Já tarde da noite, quando a porta se fechou atrás do amigo, a família ficou a brincar com a tal pata. "Não acredito numa palavra", disse Herbert. "Vai, pai, pede pra ser rei." Riram. Mas o senhor White, meio sem jeito, segurou a pata na mão e pensou. "Não sei o que pedir, de verdade." Foi o filho quem sugeriu, entre risos: que pedisse duzentas libras, o tanto que faltava para quitar a casa.

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Ya entrada la , cuando la se cerró tras el amigo, la familia se quedó jugando con aquella pata. "No creo ni una palabra", dijo Herbert. "Vamos, papá, pide ser rey." Se rieron. Pero el señor White, algo incómodo, sostuvo la pata en la y pensó. "No sé qué pedir, de verdad." Fue el quien sugirió, entre risas: que pidiera doscientas libras, lo que faltaba para terminar de pagar la casa.

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O pai ergueu a pata e fez o desejo em voz alta. No mesmo instante, um grito lhe escapou: a coisa havia se mexido na sua mão, torcendo-se como uma pequena cobra. Ele a deixou cair no chão, pálido. "Ela mexeu", murmurou, encarando o objeto. "Eu juro que ela se contorceu na minha mão." Herbert gargalhou e foi ver o dinheiro sobre a mesa. Não havia nada ali, claro. Foram dormir com o vento ainda batendo nas janelas.

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El padre alzó la pata y formuló el deseo en voz alta. En ese mismo instante, un grito se le escapó: la cosa se había movido en su , retorciéndose como una pequeña serpiente. La dejó caer al suelo, pálido. "Se movió", murmuró, mirando el objeto. "Juro que se retorció en mi ." Herbert soltó una carcajada y fue a ver el sobre la mesa. No había nada allí, claro. Se fueron a dormir con el viento aún golpeando las ventanas.

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Na manhã seguinte, à luz do sol, tudo parecia bobagem. Herbert riu da própria superstição enquanto tomava o café e saiu para o trabalho na fábrica, como em qualquer outro dia. A mãe limpou a casa, o pai leu o jornal. A pata de macaco estava largada num canto, esquecida, apenas um pedaço de couro seco. Ninguém mais pensava em desejos. A vida, simples e morna, seguia o seu curso.

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A la mañana siguiente, a la luz del sol, todo parecía una tontería. Herbert se rió de su propia superstición mientras tomaba el café y salió hacia el trabajo en la fábrica, como cualquier otro día. La madre limpió la casa, el padre leyó el periódico. La pata de mono estaba tirada en un rincón, olvidada, solo un pedazo de cuero seco. Ya nadie pensaba en . La vida, simple y tibia, seguía su curso.

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Foi ao entardecer que a mãe notou um homem parado do lado de fora do portão. Bem vestido, sério, ele hesitava em entrar, indo e voltando, como quem não sabe como começar. Por fim, decidiu-se e bateu. A senhora White abriu, e algo no rosto do estranho lhe apertou o peito antes mesmo de qualquer palavra. "Eu venho da fábrica", disse o homem, evitando os olhos dela. "Da empresa onde o seu filho trabalha."

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Fue al atardecer cuando la madre notó a un hombre parado fuera de la verja. Bien vestido, serio, dudaba en entrar, yendo y viniendo, como quien no sabe cómo empezar. Por fin se decidió y llamó. La señora White abrió, y algo en el rostro del extraño le apretó el pecho antes incluso de cualquier palabra. "Vengo de la fábrica", dijo el hombre, evitando sus ojos. "De la empresa donde trabaja su ."

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Ele falou devagar, escolhendo cada palavra. Houve um acidente com as máquinas. A mãe levou a mão à boca. "Ele está ferido?", perguntou, num fio de voz. O homem olhou pela janela. "Não sente dor", respondeu, por fim. E nessas três palavras coube tudo o que ela não queria entender. O senhor White segurou a mulher, e a sala inteira pareceu girar e escurecer ao redor dos dois.

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Habló despacio, eligiendo cada palabra. Hubo un accidente con las máquinas. La madre se llevó la a la boca. "¿Está herido?", preguntó, con un hilo de voz. El hombre miró por la ventana. "No siente dolor", respondió, al fin. Y en esas tres palabras cupo todo lo que ella no quería entender. El señor White sostuvo a su esposa, y toda la sala pareció girar y oscurecerse alrededor de los dos.

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O homem continuou, com a voz neutra de quem cumpre um dever. A empresa não admitia culpa, mas, em consideração à família, oferecia uma quantia. O pai ergueu o rosto, sem entender direito. "Quanto?", perguntou alguém, talvez ele mesmo. O homem disse a cifra. Duzentas libras. O velho White soltou um som que não era choro nem grito, e desabou na cadeira, fitando o nada. O preço do filho era exatamente o que ele havia pedido.

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El hombre continuó, con la voz neutra de quien cumple un deber. La empresa no admitía culpa, pero, en consideración a la familia, ofrecía una cantidad. El padre alzó el rostro, sin entender del todo. "¿Cuánto?", preguntó alguien, quizás él mismo. El hombre dijo la cifra. Doscientas libras. El viejo White soltó un sonido que no era llanto ni grito, y se derrumbó en la silla, mirando a la nada. El precio de su era exactamente lo que él había pedido.

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Enterraram Herbert num cemitério a alguns quilômetros dali, e a casa mergulhou num silêncio pesado, de dias arrastados e noites em claro. Uma semana depois, no escuro do quarto, a mãe sentou-se de repente na cama. "A pata", disse ela, com os olhos arregalados. "Ainda temos dois desejos." O marido tentou detê-la, horrorizado. Mas ela já estava de pé, tremendo de uma esperança terrível. "Traz a pata. Faz o desejo. Quero o meu filho de volta."

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Enterraron a Herbert en un cementerio a unos kilómetros de allí, y la casa se hundió en un pesado, de días lentos y s en vela. Una semana después, en la del cuarto, la madre se incorporó de repente en la cama. "La pata", dijo, con los ojos muy abiertos. "Todavía tenemos dos ." El marido intentó detenerla, horrorizado. Pero ella ya estaba de pie, temblando con una esperanza terrible. "Trae la pata. Pide el deseo. Quiero a mi de vuelta."

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Ele implorou que ela parasse. Lembrou do estado em que o corpo havia sido encontrado, dos longos dias no túmulo. Mas a mulher não ouvia razão. Com as mãos trêmulas, o velho ergueu a pata e desejou, num sussurro, que o filho voltasse. E então esperaram. O fósforo se apagou. A casa ficou na mais completa escuridão e no mais completo silêncio. Por longos minutos, nada. Só o ranger da própria respiração.

ES

Él le suplicó que se detuviera. Le recordó el estado en que habían encontrado el cuerpo, los largos días en la tumba. Pero la mujer no escuchaba razones. Con las s temblorosas, el viejo alzó la pata y deseó, en un susurro, que el volviera. Y entonces esperaron. La cerilla se apagó. La casa quedó en la más completa y en el más completo . Durante largos minutos, nada. Solo el crujir de la propia respiración.

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Então veio. Uma batida na porta da frente, lá embaixo. Baixa, hesitante. Depois outra, e outra, cada vez mais forte, mais insistente, ecoando pela casa adormecida. A mãe deu um grito de alegria e correu para a escada. "É ele! É o meu menino!", chorava, lutando com a tranca pesada. As batidas trovejavam agora, exigindo entrada. O pai, no escuro, tateava o chão de joelhos, o coração disparado, procurando desesperado a pata de macaco.

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Entonces llegó. Un golpe en la de entrada, allá abajo. Bajo, vacilante. Después otro, y otro, cada vez más fuerte, más insistente, resonando por la casa dormida. La madre dio un grito de alegría y corrió hacia la escalera. "¡Es él! ¡Es mi niño!", lloraba, luchando con el pesado cerrojo. Los golpes tronaban ahora, exigiendo entrar. El padre, en la , palpaba el suelo de rodillas, el corazón disparado, buscando desesperado la pata de mono.

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Encontrou-a no instante em que a esposa abria os ferrolhos. E enquanto ela puxava a porta, o velho ergueu a pata uma última vez e formulou o seu terceiro e último desejo, num gemido. As batidas cessaram de uma vez. A mãe escancarou a porta e um vento gelado invadiu o corredor. Ela soltou um lamento longo e perdido. Do lado de fora, sob o poste tremeluzente, a rua estava deserta e silenciosa. Não havia ninguém ali.

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La encontró en el instante en que su esposa abría los cerrojos. Y mientras ella tiraba de la , el viejo alzó la pata una última vez y formuló su tercer y último deseo, en un gemido. Los golpes cesaron de golpe. La madre abrió la de par en par y un viento helado invadió el pasillo. Ella soltó un lamento largo y perdido. Afuera, bajo el farol parpadeante, la calle estaba desierta y sa. No había nadie allí.

ESVocabulário da história

Sobre a obra

A Pata do Macaco (The Monkey's Paw) é um conto de horror publicado em 1902 pelo escritor inglês W. W. Jacobs. Curto e afiado, virou um dos contos mais reeditados da língua inglesa e influenciou gerações de histórias sobre desejos que cobram um preço terrível.

A genialidade do conto está no que ele não mostra. Jacobs nunca abre a porta para o leitor ver o que há do outro lado; o horror mora na sugestão, na batida que insiste no escuro e no terceiro desejo feito num sopro. É medo construído com silêncio e imaginação, não com sangue.

William Wymark Jacobs (1863-1943) foi conhecido em vida sobretudo por seus contos de humor sobre marinheiros e o cais de Londres. Ironicamente, é por esta única história sombria que seu nome permanece vivo, lembrado sempre que alguém adverte para tomar cuidado com o que se deseja.

Perguntas frequentes

Por que o pai faz o terceiro desejo no fim?

Porque ele sabe o que realmente pode estar batendo na porta. Herbert morreu de forma terrível e ficou dias sepultado; o que voltaria não seria o filho que eles amavam. Aterrorizado com isso, o pai usa o último desejo para mandar aquilo de volta antes que a esposa abra a porta. O conto nunca confirma o que havia lá fora, e é exatamente esse não dito que gela o leitor.

A coincidência do dinheiro prova que a pata é mágica?

O conto é deliberadamente ambíguo. A quantia exata vir como indenização pela morte de Herbert pode ser a maldição se cumprindo, ou um acaso cruel que a família passa a interpretar como magia. Jacobs deixa a dúvida de pé de propósito: o medo funciona melhor quando você não tem certeza se a culpa foi do destino ou de um simples pedaço de couro seco.